Design de informação: aula 2
A. Cenários de navegação
É ponto pacífico que a navegação deve priorizar a eficiência: fazer com que o usuário encontre o que quer no menor tempo possível...
Será?
Compare a navegação de bbc.co.uk e www.autoimmune.de
Fica claro pelos exemplos que a navegação pode ter objetivos bem diferentes conforme o tipo do site. Em outras palavras, “website” é uma categoria de objeto bastante ampla: existem sites onde a navegação é uma ferramenta para chegar a um objetivo: a compra de uma mercadoria, por exemplo. Em outros casos, a navegação e a interação é o próprio objetivo do site: elas não são simples meios para um (outro) fim, mas fazem parte da finalidade do site.
O primeiro tipo, onde a funcionalidade manda, faz parte da categoria dos sites comerciais, a segunda, na qual o navegar faz parte do conteúdo, dos experimentais. Assim, a primeira coisa a fazer é perguntar: qual o objetivo do meu site? Para que quero usar a navegação?
B. Navegações diferentes sobre o mesmo conteúdo
Mas as perguntas não param por aí. Mesmo quando o objetivo é o mesmo, podem existir maneiras diferentes de atingi-lo. Vamos considerar estes dois sites: www.amazon.com e zoomii.com. Os dois querem vender livros. O “caixa”, aliás, é um só. Mas os dois tem navegações radicalmente diferentes. Por que isso acontece?
Discussão em classe.
