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Sete plugins do Firefox para desenvolvedores

1 de julho de 2010

Depois de muito fuçar, sosseguei. Andei experimentando uns plugins, especialmente aqueles voltados para desenvolvimento web, e fiquei com estes cinco, que listo abaixo.

Delicious Bookmarks

Instala uns botõezinhos no navegador para facilitar o cadastramento de novos links e consulta aos já cadastrados. Uma mão na roda.

Screengrab

Captura de tela, leve e com algumas opções essenciais. Facilita a vida de quem quer trabalhar com imagens com resolução “para tela”.

Speed Dial

Monta uma página padrão com links para os sites que você quiser. Torna a navegação mais prática.

Web developer

O guru de todo desenvolvedor. Uma barra de ferramentas absolutamente essencial para qualquer desenvolvedor. A ferramenta que mais gosto e uso é a que mostra em qual arquivo e linha do CSS está guardado o estilo de um certo elemento na tela. A barra tem outras dúzias de recursos, de validadores de código e redimensionador de tamanho e tela. Resumindo, essencial.

Xmarks

Um serviço de bookmark, que guarda seus favoritos online. Se você se desloca ou usa mais de um computador, e deseja sincronizar seus favoritos entre eles, este é o plugin para você!

IE view lite

Permite que você veja a página aberta no Explorer. Ótimo para testar seu website rapidamente nos dois principais navegadores.

Map this

Muito prático. Selecione qualquer endereço de rua na web e clique com o botão direito, e escolha “map this”. Vai abrir o Google Maps, com o endereço aberto no mapa!

Recomendações na web colaborativa

30 de março de 2010

Quando você coloca um link no seu blog para um site ou blog de um amigo, talvez você não saiba, mas está fazendo uma recomendação. Mecanismos de busca encaram este link como um “voto” pela relevância do conteúdo do blog do seu amigo. Afinal, se o tal blog tem vários links apontando para ele, deve ter um conteúdo interessante, assim “pensa” o mecanismo de busca.

O mesmo ocorre quando você lê uma notícia na web e é chamado a dar uma nota de zero a dez, ou “dizer” se gostou ou não. Os sites usam este recurso para avaliar seu próprio conteúdo, principalmente quando este é postado pelo público. Consegue assim, colocar seu conteúdo numa escala de relevância e oferecer apenas os itens mais interessantes.

As recomendações são um recurso muito popular nos sites web 2.0 e têm alguns propósitos. Primeiro, o de fazer emergir a sabedoria das multidões de James Surowiecki ou a inteligência coletiva de Pierre Lévy. Isto é, fazer vir à tona um conhecimento que está pulverizado na multidão.

Se cada um der o seu voto, o site saberá a importância que o tal artigo, vídeo ou post tem para esta mesma multidão.

Organizando conteúdo gerado pelos usuários

Em segundo lugar, vamos nos colocar no lugar de quem tem a tarefa de organizar um conteúdo gerado pelos usuários.

Como saber se os posts dos últimos 10 minutos são relevantes? Teríamos que contratar dezenas (ou centenas, milhares) de pessoas para ler os posts, assistir aos vídeos e classificar estes conteúdos. Bem, se o público pode dar a sua opinião, por que não contar com ele para a tarefa? Quando você dá a sua opinião em relação a um conteúdo está, queira ou não, “trabalhando” para os editores do site. Está ajudando o site a públicar um conteúdo melhor e mais popular. Está ajudando a comunidade que publica ali. Em última análise, está ajudando a si mesmo, já que também é leitor do mesmo site.

Onde está o problema então?

Quem tem medo das recomendações?

Recomendações são usadas em um sem-número de sites, incluindo o seu buscador preferido. Através delas jornais online organizam a prioridade de suas notícias: as mais votadas ganham as ?primeiras páginas?… as menos ficam, talvez para sempre, no miolo recôndito de um site com milhares de outras notícias.

A respeito das possíveis conseqüências do uso dessas recomendações, gostaria de fazer duas observações.

A primeira é a de que este procedimento pode estabelecer, dependendo do modo como é implementado, um sistema de retro-alimentação. Se uma notícia ganha a primeira página, ela será vista mais vezes e, conseqüentemente, terá mais chances de ser bem votada e continuar na primeira página.

O oposto se dá com as notícias que caem no “miolo” do site: menos visibilidade, menos votos… quando percebem, encarnam Edmond Dantès no Castelo de If: calabouço eterno. As notícias mais populares, nesse contexto, se comportam como ditadores sulamericanos que teimam em não abandonar o poder. Só que, nesse caso, curiosamente, através do voto…

Essa tendência, penso, não é das melhores coisas que podem acontecer a um site divulgador de notícias.

A segunda observação é que o uso de recomendações pode se dar em função de vários motivos. Os sites, como se sabe, têm donos. Acredito, sinceramente, que a motivação que fez alguns deles optarem por mecanismos de recomendações seja das mais nobres: oferecer uma maior liberdade aos usuários, dar voz à massa de usuários anteriormente muda, ou uma vontade legítima de estar em sintonia com o espírito de seu tempo. Este espírito existe, e estou consciente disso.

Mas há uma outra hipótese. E ela indica a possibilidade de que esta classificação por meio de recomendações esteja lá simplesmente a serviço da audiência. Afinal, se um site, em virtude de sua natureza interativa, consegue apurar junto ao seu público o que ele quer ver, ler ou ouvir… por que não colocar este conteúdo à sua disposição? Dar ao povo o que o povo quer… Este é o sonho de quase todo diretor de programação de canal televisivo: disponibilizar para o público o que ele quer, uma espécie de ibope instantâneo e infalível. O resultado disso: audiência, ou seja, mais receita, anunciantes, links patrocinados, etc.

Não tenho absolutamente nada contra os modelos de negócios desses sites: eles têm que sobreviver, e fazem muito malabarismo oferecendo muito em troca de quase nada. Mas é fundamental perceber que oferecer-ao-usuário-o-que-ele-quer pode ser uma estratégia que nada tem de altruísta ou desinteressada. Pois junto com a audiência, algumas vezes, vai também o predomínio de um conteúdo superficial, vazio, repetitivo. Exatamente como acontece com a TV. Por que será que (quase) todos os programas vespertinos de TV do domingo são o que são? Eles dão ao público o que ele quer… Por que os vídeos mais vistos do YouTube são o do gatinho engraçado e o do ator que comete uma gafe? Enfim, a banalização do conteúdo é sempre um risco. O problema é que os mecanismos de recomendação às vezes podem favorecê-los e criar um círculo vicioso de conteúdo superficial e banal.

Quero aproveitar para dizer que sou um entusiasta da web 2.0, da folksonomia, e dos sites que usam recomendações como índice de organização de seu conteúdo. Acho ótimo que tenhamos ferramentas que permitem dar voz aos usuários e deixar emergir padrões de informação dentro dos sistemas que as abrigam.

Ao mesmo tempo, isso não quer dizer que eu ache que esses mecanismos funcionem sempre.

Novos trabalhos: cats in the sky, e dois logotipos para empresas culturais

18 de janeiro de 2010

Há poucos dias terminamos alguns trabalhos. Um site para a empresa Cats in the Sky, firma brasileira de games, e dois logotipos para empresas culturais. Dê uma olhadinha nestes trabalhos em nosso portfolio.

Origami

13 de janeiro de 2010

Este é um documentário sobre como coisas geniais podem sair de outras coisas ou sobre, como sugere o título, o que está entre as dobras de um origami. Veja o trailer abaixo e julge por você mesmo…

Se quiser, o torrent está aqui.

Peguei a dica no blog do Kevin Kelly.

Tecnologia e o jogo infinito

11 de janeiro de 2010

Acabo de assistir a uma das melhores palestras do TED.com. Se você não conhece, o site TED.com é a interface web de uma instituição que traz os melhores palestrantes nas áreas de tecnologia, entretenimento e design. As paletras lá são muito bacanas, uma melhor que a outra.

Esta, do Kevin Kelly, é uma de minhas preferidas. Ele fala da tecnologia e tenta descobrir qual a essência última da tecnologia. Como ele mesmo diz, tenta ver o mundo em termos de qual seria a ‘vontade’ da tecnologia, e chega a conclusões surpreendentes.

Espero que gostem!

Samurize yourself!

14 de dezembro de 2009

Traduzindo, samurize-se! :)
O samurize é um software que faz muita coisa ao mesmo tempo. Ele serve para manipular os mais variados tipos de dados: a porcentagem de uso do processador, porcentagem de memória RAM em uso, data, e qualquer dado disponível na internet que possa ser colhido e separado, com o intuito de ser mostrado em seu desktop. Na verdade, o resutlado final é um desktop com um monte de informação e altamente personalizável.

É uma ‘brincadeira’ que é uma ótima forma de aprender a manipular e formatar informação para designers.

Se gostou, baixe o programa e samurize-se! Veja alguns exemplos:

Senhas, parte 3

23 de novembro de 2009

Se você leu os dois artigos anteriores (este e este) talvez esteja achando que não há uma solução para o problema de senhas na web. Já falei sobre o que não fazer, e sobre usar um gerenciador de senhas. Mas, como vimos, usar um gerenciador de senhas, tem as suas desvantagens.

Agora vou falar sobre a solução que adotei, pessoalmente, para lidar com senhas. Com ela, você precisará apenas da sua cachola para lembrar da sua senha em qualquer serviço web, mesmo que sejam dezenas. Para isso, você deve usar um… Leia o resto desse post »

Senhas, parte 2

23 de novembro de 2009

No artigo anterior falei sobre a necessidade de ter senhas diferentes para serviços web diferentes e, ao mesmo tempo, da dificuldade de gerenciar todas elas. Falei também sobre o que não fazer em termos de senha…

Agora vou falar o que se pode fazer para resolver este caos…

As pessoas com quem conversei oscilam entre duas soluções para este dilema: gerenciadores de senhas e criação de senhas por algoritmos pessoais. Leia o resto desse post »

Senhas, parte 1

23 de novembro de 2009

A maior parte dos serviços da web requerem que você se identifique. Logicamente, para assegurar a identificação, é necessário usar uma senha. É aí que os problemas começam…

Já que não é aconselhável que você use uma mesma senha para serviços diferentes, o drama de cada usuário é o de memorizar uma grande quantidade de senhas, uma para cada serviço. Chega uma hora que a gente não sabe mais se uma senha é deste ou daquele serviço, e acaba se atrapalhando. Não é incomum topar com gente que teve que abandonar um certo endereço de e-mail por ter esquecido a senha que usou… Leia o resto desse post »

Curioso sobre o WordPress 2.9? Veja este vídeo da Bárbara Vaz sobre o assunto.

21 de outubro de 2009

A Bárbara Vaz, do inexorável.org acaba de publicar um vídeo sobre as implementações de recursos na nova versão do WordPress. Agora você pode editar imagens direto do WordPress!

WordPress – Novidades da versão 2.9 from Barbara Vaz on Vimeo.


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